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quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Piauí bate recorde de geração de empregos e tendência é continuar, prevê economista

De janeiro a julho deste ano, foram gerados 14.971 empregos no Estado do Piauí, o maior número num período de sete meses de um ano registrado pelo Ministério do Trabalho em toda a história do Caged (Cadastrro Geral de Empregados e Desempregados), que faz o levantamento. A tendência, segundo o economista piauiense Francisco José de Sousa, é de permancência na criação de mais postos de trabalho, já que os setores principais responsáveis pela geração desses empregos, a construção civil e o comércio, permanecem aquecidos.

“Os investimentos do Governo no setor de construção civil têm contribuído para a ocupaçao de vagas, já que as empreteiras estão construindo muito e precisando cada vez mais de trabalhadores”, analisa Sousa. Ele citou que, por sete meses consecutivos, o número de empregos criados têm aumentado. Em julho, segundo o Caged, foram criados 1.555 empregos no estado, 0,67% acima do mês de junho.Nos últimos 12 meses, 23.271 vagas ocupadas, outro recorde.

O setor de construção civil lidera o ranking como maior empregador do estado, com 573 vagas criadas em julho. Ele foi seguido pelo comércio, com 559 vagas geradas. Em terceiro, a indústria da transformação, com 228 empregos. No Brasil, a geração de empregos também foi a maior da história. Em julho, foram criados 181.796 novos empregos com carteira assinada no país. Em 12 meses, saldo inédito é de 2.212.318 de novos postos. O saldo acumulado do ano no país inteiro é de 1.655.116 postos, o que mantém 2010 como o ano em que mais se gerou empregos na história do país. A marca é 5,8% acima do recorde anterior, verificado em 2008 (1.564.606).

Apesar da maioria dos empregos gerados no Piauí serem formados por setores que pagam, em média, salários baixos, em torno de R$ 600,00 a R$ 700,00, a simples criação dessas vagas é importante para o crescimento do PIB no Estado. “São pessoas que antes não tinham essa fonte de renda certa e, agora passarão a ser consumidores, aquecendo a economia local”, conclui Sousa.

Fonte: CCOM

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