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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Delegado acredita que execução pode ter sido encomendada



Após as investigações iniciais do homicídio ocorrido na manhã desta quinta-feira (13), por volta das 7h30, o delegado regional da Polícia Civil de Picos, Everton Férrer informou que trabalha com várias possibilidades, dentre elas de que a execução tenha sido encomendada. 


Valdemir Alves Bezerra, 40 anos, foi executado com seis disparos de revolver calibre 32, quando trafegava em sua bicicleta pela Avenida Senador Helvídeo Nunes de Barros, nas proximidades do DNER, em frente a Hidroterra.

O delegado informou também que algumas pessoas teriam visto o crime, mas não estariam mais no local quando a polícia chegou. Dos seis disparos que vitimaram Valdemir Alves, dois atingiram o crânio, três a região toráxica, e um a perna direita. Até às 9h00 o corpo se encontrava no necrotério do Hospital Regional Justino Luz de Picos, onde muitos populares paravam para ver a cena.

Nesse momento a equipe de investigação da polícia já se encontra em campo, trabalhando com várias linhas de investigação. Segundo o delegado o homicídio teria sido cometido por dois elementos, que fugiram em uma motocicleta. A possibilidade de latrocínio foi descartada, já que nada foi levado da vítima. 

“Trabalhamos com a possibilidade de execução, talvez crime encomendado”, falou o delegado Everton. Em primeiro momento a polícia constatou que Valdemir Alves não tem nenhuma passagem pela polícia. Os investigadores estão esperando o impacto da notícia diminuir para conversar com familiares, mas sabe-se que ele era funcionário do Armazém Nordeste e era descrito pelos colegas como alguém de boa conduta, e pouco afeito a intrigas.

Indagado se esse homicídio de hoje teria ligação com a morte do soldado do 3° BEC, Francisco de Assis Alves Bezerra, morto no dia 06 de setembro de 2010, irmão de Valdemir, o delegado Everton informou que essa também é uma possibilidade a ser investigada. 

Informações sobre o homicídio dessa manhã podem ser repassadas a Delegacia Regional, no telefone: (89) 3422-6443, ou da Central de Flagrantes, (89) 3422-8648.

Com Informações Riachaonet

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