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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Promotor diz que problema na segurança pública é policial

Em entrevista concedida na manhã desta sexta-feira (14) o coordenador do Procom e titular da 3° Promotoria de Picos, Assuero Estevenson Oliveira foi categórico em suas declarações e disse que o problema da segurança pública na cidade é “meramente policial”. 


Ele desabafou que o Poder Judiciário e o Ministério Público estão recebendo críticas a respeito de atividades que não são da competência desses órgãos.

Sobre os crimes com características de pistolagem, o promotor ironizou: “isso me parece que é comum, no cotidiano, e o que mais me impressiona é algumas justificativas que tentam colocar no Poder Judiciário, o Poder Judiciário e o Ministério Público nada tem a ver com isso, é uma questão meramente policial”.

Apesar das declarações o promotor enfatizou que não é seu interesse criticar o trabalho da policia picoense, destacando o pequeno efetivo dos policiais civis e militares. “A culpa é deles? Não! A culpa é bem mais ampla”, explicou. O promotor comentou que a reduzida estrutura de trabalho dos policiais civis dificulta a ação e fortalece os “marginais”.

Ele citou como exemplo bem sucedido de segurança pública o estado do Ceará onde o governo adquiriu veículos e os deixou sob a responsabilidade da “Policia Cidadã”, que faz rondas ostensivas nos quarteirões. “Me impressiona em Picos os crimes de pistolagem, que não são esclarecidos”, declarou.

Segundo o promotor está havendo uma “crítica velada” em relação ao Poder Judiciário. “O Ministério Público vela pela constituição, e o único estado que reconhece, é Estado Democrático de Direito do Brasil, não existe reconhecimento de qualquer outro estado, só existe a República Federativa do Brasil”, comentou.

Fonte: Riachaonet
Imagem: Riachaonet

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