Representante do sindicato diz que Polícia Civil de Picos convive com os mesmos problemas
Viatura parada por falta de combustível:
Para Joel Joaquim dos Santos, o ano de 2010 foi marcado principalmente pela falta de combustível, pois enquanto o governo dizia que tudo estava uma maravilha, a segurança pública estava sendo colocada em cheque, e quem pagou o preço por isso foi à população que ficava muitas vezes sem proteção.
De acordo com o representante do sindicato a situação já não tem mais como esconder, hoje a cidade de Picos passa por vários problemas sérios, o uso de drogas está sendo feito a luz do dia, a cidade só tem um distrito para colocar os detentos provisórios e por cima ainda está superlotado, frisou ele.
“O governo só faz alguma coisa sob pressão, a sociedade precisa se mobilizar e cobrar dos gestores públicos de nosso estado uma ação mais efetiva no combate ao crime que tem se tornado uma prática comum em nossa cidade, e pela falta de estrutura nós não podemos fazer muita coisa, não existe milagre para isso, precisa de ação por parte do nosso governo”, desabafou.
Segundo ele uma cidade como Picos não conviver com essa quantidade de arrombamentos quase que todos os dias, assaltos a mão armada quase todas as noites, o uso de drogas praticamente livre, é preciso uma política de segurança pública mais eficaz na cidade no combate a criminalidade. “Não se pode admitir que aqui tenha só um distrito policial que é a Central de Flagrantes, o governo precisa reformar os que estão fechados e colocar mais polícia nas ruas tanto da civil como da militar”, argumentou.
Outro caso grave:
Viaturas paradas por falta de combustível
Uma fonte da polícia civil que pediu para não ser identificado informou que durante os últimos dois meses o combustível que cada viatura recebeu foi no valor de R$ 200 (duzentos reais) para cada carro, o que é insignificante e injustificável, revela essa pessoa.
“Não se pode fazer segurança com esse tipo de situação corrente em nossa cidade é pedir para não fazer nada, estamos abandonados e de mãos atadas e o governo fecha os olhos para esse grave problema”, desabafou.

