Redirecionando

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Demissões superam número de contratações

O número de trabalhadores com carteira assinada aumentou 0,04% no Piauí. Os dados se referem ao mês de setembro e fazem parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados ontem pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O saldo de empregos formais foi maior na atividade extrativa mineral, com 5,41% de aumento nas contratações. Foram 48 admissões e 16 demissões no setor. Para a construção civil o número de demissões superou o número de contratações.

Em todo o Estado, foram contratados 3.260 trabalhadores e demitidos 3.927, ficando aí um saldo negativo no setor que mais vinha gerando empregos no Piauí. Nos setores do comércio e de serviços o número de demissões também foi maior. Em Teresina, o saldo de contratações também ficou negativo, em -0,05%. O comércio e o setor de serviços empregou mais que demitiu. Para a construção civil, o comportamento do mercado seguiu à tendência estadual, com número maior de demissões.

Foram 2.048 novos empregos nesse setor, porém 2.771 trabalhadores foram demitidos. O saldo positivo ficou por conta da atividade extrativa mineral, com crescimento de 5,24%, correspondente a 15 contratações, e da agropecuária, com 1,18%. Só este ano, mais 2.201.406 trabalhadores brasileiros entraram para o mercado formal de trabalho, conquistando empregos com carteira assinada.

O número recorde para toda a série histórica do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) recebeu aporte de mais 246.875 novos postos de trabalho gerados em setembro. O recorde de empregos registrado em 2010 é alavancado por marcas inéditas de contratação em 19 dos 25 setores e subsetores da economia, segundo dados divulgados ontem pelo ministro do trabalho e Emprego, Carlos Lupi.

Em 2010, o mercado de trabalho vem mostrando crescimento generalizado em todo o Brasil, com 17 das 27 unidades da federação registrando recorde e outras 7 apresentando segundos melhores resultados. Segundo o ministro, o mercado continuará crescendo, alavancado principalmente por setores como Comércio e Serviços, por conta do período de fim de ano que se aproxima.

Diário do Povo

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